18. Reconfortante
Os carros atravessam os portões da propriedade, e logo vejo minha mãe, meu pai e Elena nos esperando. O sorriso de Irina é largo, enquanto Roman mantém a expressão séria de sempre. Elena, por outro lado, praticamente salta no lugar ao nos ver.
Desço do carro e caminho até o outro lado, abrindo a porta para minha noiva. Estendo a mão para ajudá-la a sair, e ela hesita por um segundo antes de aceitar. Seus dedos estão frios contra minha pele quente. Assim que se põe de pé, ajeita o sobretudo sobr