Alice
O cheiro de ferrugem e sangue velho impregna o ar úmido do porão. A adrenalina percorre minhas veias como um veneno viciante, é assim que o poder deve ser, ardente e intoxicante. O som metálico dos nossos passos ecoa nas paredes de concreto, um aviso silencioso de que as gêmeas Lambertini estão no comando. Somos uma tempestade que ninguém viu chegando.
— Pronta, Alicia? — sussurro, um meio sorriso dançando em meus lábios.
Minha irmã apenas acena, os olhos tão afiados quanto as lâminas pre