Lizandra
O cheiro de desinfetante do hospital ainda paira no ar quando as portas de vidro deslizam para abrir. Depois de três longos dias internada, finalmente estou indo para casa. O vento toca meu rosto, mas nada é mais refrescante do que a ideia de voltar para o lar, para a mansão Lambertini, agora não mais como apenas Lizandra, mas como a mãe de Brenda e Briana.
O sol parece mais dourado hoje. Ou talvez sejam minhas filhas que fazem tudo brilhar ao redor. É impossível não sorrir ao olhar pa