XXXI. O Baile de Máscaras
As sombras se moviam sob a luz das velas. Tecidos esvoaçantes, risadas abafadas e o som ritmado dos sapatos contra o chão de mármore enchiam o grande salão. A sede da matilha nunca estivera tão viva – ou tão perigosamente quieta sob a falsa euforia do evento.
Dominic observava tudo de um ponto estratégico, encostado em uma das colunas centrais. Seu olhar varria a multidão, avaliando os movimentos, os olhares trocados, os gestos que se prolongavam além do necessário. Cada convidado estava mascara