LXIV. O Eco da Magia Ancestral
O ar na câmara ancestral da caverna era pesado e carregado, vibrando com o resquício de uma magia caótica que acabara de ser invocada. O silêncio, antes opressor, agora era o testemunho do que havia acontecido. Lilith, ajoelhada ao lado de Seth, estava com os olhos fechados, o corpo esgotado e a pele úmida de suor. A magia primitiva, violenta e perigosa, havia cobrado seu preço. Em sua pele pálida, novas e intrincadas marcas escuras surgiram, como veias de obsidiana que se ramificavam da ponta