LVII. O Amanhecer da Alma
O aroma de Serena, agora misturado com um sutil toque de terra úmida e o cheiro doce de chuva, envolveu Dominic na quietude da caverna. Ele se deitou ao lado dela, o corpo exausto, mas a alma em uma calma que não sentia há dias. Os ecos de sua raiva e a selvageria de seus atos ainda ressoavam em sua mente, mas a presença dela, o calor de seu corpo contra o seu, era um bálsamo que começava a silenciá-los. Ele a abraçou com um cuidado possessivo, seus lábios traçando a linha de seu pescoço, sentin
Nana

Quem é vivo sempre aparece, não é mesmo? ;)

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