Mundo de ficçãoIniciar sessãoO cheiro do porto era uma mistura de óleo diesel, peixe e o ferro doce do sangue que não parava de escorrer do braço de Nicolas. O motor do barco em marcha lenta fazia um som rítmico, um "tum-tum" que parecia o único batimento cardíaco daquele lugar deserto.
Nicolas estava encostado no pneu reserva do carro, a pele mais pálida que a luz dos postes de sódio. Seus olhos estavam fixos na entrada do cais, esperando por u







