Alguém caminhava, outra pessoa pegava um café na lanchonete. De certa forma eles se esbarraram. Se talvez apenas eles tivessem se atrasado um pouco, nada poderia acontecer.
Alguns marcharam como indeciso cordões, nos campos, ainda havia fome, não importava a extensão da plantação.
Uma nova florista fazia da flor seu instrumento de guerra, como uma canção, onde o refrão se repetia de forma intensa.
A história estava em sua mão, havia amores em sua mente ou na mente de quem presenteava? Porq