O quê?!
O tom familiar, como se eles já tivessem andado juntos inúmeras vezes, talvez até morando juntos…
Andressa olhava para onde o carro havia desaparecido e então, lentamente, voltou a atenção para Arthur Franco, apertando seu braço:
— Arthur, eu vi isso direito?
Arthur reclamou com dor:
— Andressa, da próxima vez, pode se beliscar em vez de me machucar?
Por que ele sempre é o alvo?
Andressa respondeu, sem remorso:
— Você é jovem, se recupera rápido. Um apertãozinho não vai te matar.
Arthur