A madrugada em Thunderwoof era um véu espesso e úmido, pesado de silêncio e sombras. A maioria dos guerreiros dormia, exaustos pelo dia de competição. Mas entre as árvores e as pedras que cercavam a matilha, uma figura deslizava como serpente em terreno conhecido.
Saphira mantinha-se envolta por um manto escuro, os pés descalços tocando o solo sem som. Conhecia cada rota de patrulha, cada ponto cego da guarda noturna. Não era a primeira vez que saía àquela hora — mas seria a mais importante.
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