A escuridão do quarto era cortada apenas pela luz branda das tochas do corredor, dançando nas paredes de pedra com um brilho suave. O silêncio que se instalou entre os dois não era desconfortável — era denso, vibrante, carregado de algo que palavras não poderiam traduzir.
Ares fechou a porta devagar, os olhos cravados nela. Clarice estava ali, diante dele. Vivas. Reais. As visões, o sangue, os terrores... tudo ainda pulsava dentro dele, mas no meio daquilo tudo, só existia um desejo:
Ela.
Sem