A lareira estalava em silêncio, enquanto a sombra projetada nas paredes do templo antigo dançava com formas grotescas.
Saphira sentava-se sobre peles negras, o lado esquerdo do corpo enfaixado e o vestido aberto o suficiente para expor cicatrizes — e beleza. Ela não escondia a dor, ela a usava. Cada linha, cada hematoma, era combustível para a fúria que crescia dentro de Valrick.
— Você viu como ela me deixou... — sussurrou, encostando a cabeça no peito dele. — Me rasgou diante de todos. Me fez