Gabrielle Goldman
O sangue descia lentamente por meu rosto, quente, contrastando com o frio do vidro, escorrendo a partir do ponto onde minha pele havia cedido, logo acima da sobrancelha. Um corte pequeno, talvez. Insignificante, diante de tudo o mais.
E, ainda assim… não doía. Não como deveria. Porque toda a minha atenção estava concentrada em outro lugar. No calor de sua respiração contra meu pescoço. Na presença sufocante dele tão perto. Na forma como sua língua agora percorria um caminho le