Gabrielle Goldman
Sua beleza sempre me surpreendia, como se minha mente se recusasse a aceitar que algo tão… esteticamente perfeito pudesse abrigar algo tão profundamente corrompido. Como era possível que aqueles traços marcantes, aqueles olhos intensos, quase hipnóticos, e aqueles cachos indisciplinados que me lembravam esculturas gregas — frias, eternas, admiradas — pertencessem a alguém como ele? A alguém capaz de tanta crueldade, de tanta frieza disfarçada sob gestos calculados?
— Pode olha