As pernas simplesmente cederam.
Senti João me segurar antes que eu escorregasse da cadeira, e no segundo seguinte eu estava abraçada a ele como uma criança, chorando de um jeito feio, sem controle, como há muito tempo eu não chorava.
Tudo doía ao mesmo tempo. A descoberta, o tempo perdido. A saudade que eu nunca admiti, e principalmente a certeza de que eu havia sofrido por uma mentira construída pelo homem que eu mais amei.
— Ele estava lá...
Minha voz saiu quebrada entre soluços.
— Ele estava