— O que a senhora faz aqui? Existem regras que devem ser seguidas, e uma delas é não me incomodar no apartamento. — Eu sou sua mãe, e não vou cumprir regra nenhuma! Ela precisa de você, não pode fingir que ela não existe! Aquela mulher merece cada segundo do seu desprezo, mas ela... ela é só uma criança! — diz a senhora Olivia Collins. — Estou saindo para correr, e quando eu voltar, a senhora não estará mais aqui. Amanhã eu janto em casa, mas hoje definitivamente é um péssimo dia! Deixo o apartamento e sigo para o parque central, que fica a alguns metros do prédio. Todos os dias depois do trabalho, eu preciso desse tempo para reorganizar minha mente e recarregar as energias. É o meu tempo, um momento que ninguém se atreve a interromper. É um péssimo dia. Na empresa, na minha vida pessoal, tudo está bagunçado como nunca. Mas não são esses imprevistos que vão me parar, pois eu sou Victor Hugo Collins, e eu sempre consigo tudo o que quero — menos ser pai. — Que inferno! — digo, desc
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