Subi para o quarto sem olhar para trás. A movimentação na mansão continuava intensa, vozes sendo erguidas, ordens sendo dadas, homens correndo de um lado para o outro, mas aquilo já não me atingia da mesma forma. Era como se tudo tivesse sido empurrado para um segundo plano, porque havia algo muito maior ocupando espaço na minha cabeça.
Fechei a porta atrás de mim com calma e fiquei alguns segundos parado, tentando organizar o que estava sentindo. A dor na mão ainda estava ali, o corte aberto,