Amo...
A mão dele foi por baixo do meu vestido, passando lentamente pela parte interna da coxa, chegando ao centro úmido.
- Safada! – ele falou largando meus lábios.
Suspirei, gemendo em seguida com o toque profundo dele, me incendiando.
Francis saiu e foi até a porta:
- Onde está a chave desta porra?
- Eu... Acho que não tem... Talvez por ser um hospital? – me questionei.
Ele me olhou seriamente. Senti o corpo clamando pelo dele, a pele ardendo ainda mais e o sangue fervendo dentro de mim.
Levantei c