- Marcelus... Por favor, deixe meu menino ir. – pedi, num fio de voz.
- Por que eu faria isso, bela Virgínia? – ele riu. – Mas me mate uma curiosidade: ele é alérgico?
Eu não disse nada. Ele pegou a arma e apontou para o chão:
- Quer que eu mostre para o Francisco? Ou devo chamá-lo de Francis? Ei, Francis, este é seu apelido?
- Não. – ele deu de ombros enquanto imitava a voz do boneco, fazendo-o voar em seus braços. – Francis é o meu pai. – fez voz de super herói.
- Onde está Francis? - Marcel