O carro parou em silêncio.
Desta vez, não houve pressa para sair.
Helena ainda segurava o dispositivo nas mãos, como se aquilo tivesse peso físico maior do que realmente tinha.
Mas tinha.
Porque agora não era mais teoria.
Era prova.
E prova… muda tudo.
— É aqui que eu desço — disse a pessoa ao lado.
Helena virou o rosto rapidamente.
— Espera.
Silêncio.
— Eu ainda não sei seu nome.
A pessoa hesitou.
Pela primeira vez.
— E é melhor continuar assim.
— Por quê?
A resposta veio direta:
— Porque nome