A casa de Isabella Turner era silenciosa.
Não o silêncio confortável de quem vive em paz.
Mas o silêncio pesado de quem sabe que algo finalmente chegou ao fim.
A noite estava fria.
As luzes da cidade brilhavam além das grandes janelas da sala.
Isabella estava sentada sozinha quando a campainha tocou.
Ela não precisou perguntar quem era.
Já sabia.
Levantou-se lentamente.
Caminhou até a porta.
Abriu.
Adrian Valmont estava parado ali.
O rosto sério.
O olhar cansado.
Mas firme.
Por alguns segundos,