Luna não avisou o hospital que levaria Elias.
Também não avisou Adrian até o café da manhã.
— Eu quero que ele veja — disse, simples.
Adrian não questionou.
Ele entendeu.
Algumas decisões precisam de luz, não de argumento.
Elias estava silencioso no banco de trás do carro. Não era resistência. Era processamento.
— Vai ter sangue? — perguntou de repente.
Luna sorriu leve.
— Só vida.
Ele não respondeu, mas segurou a mochila com força.
Quando atravessaram as portas automáticas do Hospital São Gabr