Depois de alguns segundos, ele soltou uma das mãos do volante e pousou na perna dela. Apertou. Firme. Ela virou o rosto devagar. Ele olhou rapidamente para ela e voltou a atenção para o trânsito.
— Para de chorar, mozão… — pediu, a voz mais baixa do que antes. — Deixa eu achar um lugar pra parar.
Ele levou a mão dela aos lábios e começou a beijar os dedos dela repetidamente. Como se pedisse desculpa sem dizer. Entrou em um estacionamento quase vazio.
Liam parou o carro. Desligou o motor. Solto