E antes que Edgar pudesse responder, Laura afundou nele com força, profunda, intensa, arrancando o ar dos pulmões dele. Edgar prendeu o rosto dela entre as mãos e a beijou de um jeito que não tinha nada de controle, era fome, desespero, rendição pura.
Ele gemeu contra a boca dela e abriu os olhos de repente, fixando-os nela de um jeito tão intenso que Laura congelou por meio segundo.
Ela tentou manter o comando, mas o olhar dele… O olhar dele a desmontou.
— Edgar… — ela murmurou, tensa, surpresa com a virada repentina.
Ele ergueu o tronco devagar, forçando Laura a inclinar o corpo para trás, e segurou sua nuca com firmeza. Não era agressivo.
Era… inevitável.
— Você é minha Laura… — disse, a voz baixa, quente. — … a minha gostosa, o meu amor. Eu sou louco por você. Eu te amo!
Laura sentiu um arrepio subir pela espinha.
Edgar a puxou, trazendo-a mais perto, o rosto colado ao dela, o nariz roçando no dela num gesto lento, perigoso.
— Fica de quatro, loirinha. — murmurou, o tom grave vib