Lorena Azevedo
Uma semana.
Sete dias.
Só isso.
E, ainda assim, parece que eu vivi outra vida inteira.
Se alguém me dissesse, um mês atrás, que eu ia acordar todos os dias com um galo cantando, cheiro de café fresco, mugido de vaca e um homem ogro, lindo e sem camisa na minha cama... eu ia mandar internar.
Mas aqui estou eu.
Deitada na cama do Rafael Ventura, com o travesseiro cheirando a ele, o sol nascendo por trás dos pastos e meu filho roncando no quarto ao lado, mimado pela Dona Rute como s