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CAPÍTULO 147 – O RASTRO DO DESTINO E O REFÚGIO DOS CORPOS

Rafael Ventura

Depois do banho, nos deitamos. O silêncio da noite na fazenda sempre foi profundo, mas, naquela madrugada, parecia carregar o peso de mil tempestades. Eu estava deitado, com Lorena aninhada no meu peito, sentindo a respiração dela finalmente desacelerar depois de tantas horas de tensão.

O quarto estava mergulhado na penumbra, iluminado apenas pelo reflexo do luar que atravessava as frestas da persiana, desenhando linhas prateadas sobre os lençóis.

Faltavam apenas setenta e duas h
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