O dia de Laura, como sempre, começava antes mesmo do sol nascer.
Seu celular vibrou incessantemente ao lado da cama, a luz azulada da tela sendo a unica iluminação do quarto escuro. Sem sequer abrir os olhos, ela deslizou os dedos pelo aparelho e conferiu as notificações. Uma enxurrada de e-mails, mensagens pendentes e lembretes de reuniões tomavam conta da tela. Mas não era nada de novo.
Suspirando, ela sentou-se na cama, sentindo o cansaço acumulado pesar nos ombros. A última noite de sono de