Mundo ficciónIniciar sesiónO som das correntes metálicas batendo contra os pesos ecoava pela academia como um relógio marcando o tempo perdido. Santino parou na porta, imóvel por um instante, sentindo o cheiro familiar de suor, magnésio e couro envelhecido. Era como abrir um livro antigo: cada detalhe trazia de volta memórias que ele tentara apagar — mas que agora pulsavam com urgência.
O ringue, iluminado por refletores amarelados, parecia menor do que ele lembrava, mas ainda carregava a imponência de um altar.







