O quarto estava silencioso, exceto pela nossa respiração descompassada. Damon me olhava de cima, os cabelos caídos na testa, os olhos agora estavam vermelhos como brasas. A cama sob mim estava amassada, marcada, impregnada com nosso cheiro.
— Não acabou — ele rosnou, baixo, a voz rouca arrastando um arrepio quente pela minha espinha.
— Então me possua — sussurrei, puxando-o de volta para mim, com as pernas envoltas em sua cintura.
Ele me virou de lado com um movimento firme, uma das mãos segura