A maçaneta girou em minha mão com um estalo baixo, e empurrei a porta com a força de alguém prestes a desmoronar. O quarto estava na penumbra, iluminado apenas pelo reflexo pálido da lua que entrava pela janela.
Damon estava ali. Sentado numa das cadeiras perto da mesinha de canto, analisando mapas, anotações, relíquias antigas. Mas assim que me viu, sua expressão mudou. Seus olhos me fitaram com intensidade, e ele imediatamente percebeu. Não era preciso dizer uma palavra. Eu estava destruída.