ARES
Eu estava à beira de perder o controle dentro daquele posto. O ar era pesado, denso, carregado pelo cheiro de sangue, pólvora e remédio, uma mistura que se infiltrava nos pulmões e parecia grudar na pele. Cada movimento no corredor me colocava em alerta imediato, porque a qualquer instante alguém poderia atravessar aquela porta para me dizer exatamente aquilo que eu não estava disposto a ouvir. Giovani não podia morrer. Não depois de tudo o que construímos juntos, não depois de tudo o que