O silêncio que se seguiu à voz de Sarah Williams foi absoluto, sufocante. Lila sentiu o mundo inclinar sob seus pés, o chão de concreto parecendo se dissolver. Aquela voz—uma voz que ela havia passado sete anos tentando esquecer, uma voz que assombrava seus sonhos—era impossível. Sua mãe estava morta. Ela havia visto o caixão. Havia jogado terra na sepultura.
"Não." A palavra saiu de Lila como um gemido ferido. "Não, não, não. Ela está morta. Mamãe está morta."
Thomas pegou o telefone do chão c