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Leônidas

— Não é preciso. Eu posso ir sozinha. Com licença, senhor Constantino!

Os passos apressados dela ecoam pelo corredor e algo dentro de mim se rompe. Não é dor. É algo pior. Algo que eu consigo explicar. É como se larvas incandescentes corressem sob a minha pele, queimando as minhas veias de dentro para fora. Um incêndio silencioso, cruel e impossível de conter.

Eu deveria deixá-la ir.

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