Mundo de ficçãoIniciar sessãoLeônidas
Sustento o seu olhar mais uma vez, porém, não revido o seu ataque.
— Você está certo. — Minha voz sai baixa, quebrada. — Eu a deixei morrer. Sou um amaldiçoado. Mas, fique longe da minha advogada!
Uma lágrima que escorre pelo seu rosto e isso pesa mais que qualquer golpe. Então ele me solta e dá alguns passos para trás.
— Eu odeio você! — sussurra sem forças antes de ir embora.
Seguro a barra de ferro da mureta com força suficiente para fazer os ossos arderem e solto um grito animalesco. Selvagem. Animal. Desabando ali mesmo, até enfim, me reconstruir e voltar ao trabalho.
***
— Léo, querido… o que houve entre você e seu irmão? — A voz carregada de tia Mery preenche a sala de estar assim que po9nho os meus pés dentro dela.
— Agora nã







