Âmbar.
Caminho para o quarto mais afastado do clube, o meu quarto, e onde eu durmo quando estou muito cansada para ir para casa. Abro a porta e me viro para olhá-lo.
— Quer mesmo isso? — ele pergunta, me olhando.
Confirmo com a cabeça e ele avança sobre mim, me prensando na parede e tomando minha boca em mais um beijo quente e necessitado. Eu me entrego, chupo, lambo e mordo seus lábios. Nossas línguas duelam por espaço na boca uma da outra para ver quem toma mais de quem. Nossos dentes batem e