A mansão respirava diferente, não era paz — ainda não, mas havia algo novo no ar. Um cuidado silencioso, quase reverente, misturado a medo e expectativa. Cada corredor parecia conter o fôlego, como se a casa inteira soubesse que Helena estava prestes a voltar.
Cecília se movia com precisão e carinho. Escolheu a suíte do andar de baixo para evitar escadas, abriu as janelas todas as manhãs, trocou as roupas de cama duas vezes, como se isso pudesse afastar qualquer resquício do horror vivido. Almo