As sirenes não paravam, o som agudo das ambulâncias cortava a madrugada enquanto os veículos avançavam pelas ruas quase vazias, abrindo caminho com urgência. Dentro de uma delas, Arthur lutava para se manter consciente.
O oxigênio pressionava seu rosto, enquanto as mãos dos paramédicos eram rápidas, firmes, treinadas.
— Pressão caindo!
— Mantém compressão!
— Ele está respondendo?
— Senhor Arthur, consegue me ouvir?
A voz parecia distante, abafada, mas ele ouviu ou tentou. Os olhos abriram por u