As sirenes cortavam a noite. Vermelho e azul piscavam contra as paredes frias do galpão, transformando o cenário em algo quase irreal. Homens se movimentavam com urgência, vozes se cruzavam, ordens eram dadas.
Arthur estava sendo atendido, pressão no ferimento, mãos firmes tentando conter o sangue. Tempo, tudo ali agora girava em torno de tempo. Mas, do lado de fora… a guerra ainda não tinha terminado.
Isabella estava à espreita, imóvel, silenciosa, escondida entre sombras e estruturas que a ma