O quarto da pousada, agora vazio e impessoal, parece suspirar de alívio quando fechamos a porta pela última vez, o ar lá fora, pesado e quente, é uma bênção após dias respirando o mofo do medo e o cheiro ácido do papel destruído. Entramos no carro, e Dante liga o motor, não precisamos falar sobre o destino mesmo porque um só pensamento nos guia: nossa Melissa.
A viagem de volta é um desfazer do caminho que nos trouxe até aqui, a estrada esburacada, o aeroporto regional caótico, o voo anônimo. D