Quando saí do porão de Samiel, já era começo da manhã. A cidade acordava, mas dentro de mim só havia um silêncio inquieto pela noite passada.
Não vi o mestre nem o vicarius pelo resto do dia, e ainda assim não consegui tirar Samiel da cabeça.
A lembrança do toque dele, da mistura de desejo e perigo, queima como se tivesse acontecido um minuto atrás. Quanto mais eu tento esquecer, mais ela volta.
Zara, ao meu lado no terraço, já percebeu minha distração. Eu preciso entender como ela lidou com Dra