— Vou tomar do seu pescoço — digo, com firmeza.
Cael me encara, surpreso pelo pedido. Então sorri de um jeito maldoso e corta a própria pele logo abaixo da clavícula. Um rasgo minúsculo, mas é suficiente para mim.
Minha lingua encontra a ferida primeiro, e eu lambo com força. Ele geme, e o sangue escorre morno, embriagando cada célula do meu corpo. A sensação é tão intensa que eu passo os dois braços pelo pescoco dele para não cair.
Mas meus olhos continuam presos nos de Samiel. Cheios de raiva