A casa estava silenciosa naquela tarde. Esperança dormia profundamente em seu bercinho, depois de mais uma mamada generosa. Isadora se espreguiçou no sofá, sentindo o corpo ainda pesado da recuperação. Fernando a observava com aquele olhar que só ele tinha — cheio de desejo, carinho e reverência.
— “Vamos tomar um banho, amore mio? Um daqueles bem demorados? Só eu e você… e a água morna?”
Isadora hesitou por um segundo. Ela sabia que precisava daquele momento. Precisava sentir-se limpa, leve… vi