Mundo ficciónIniciar sesiónO VAZIO E A ARMADILHA DO SILÊNCIO
GIOVANNIAtravesso a porta principal do galpão com a arma em punho e os sentidos em alerta máximo, esperando o impacto imediato do primeiro disparo vindo da escuridão. O som das botas da minha equipe no chão de concreto ecoa de forma vazia, reverberando nas paredes de zinco como um presságio terrível que gela o meu sangue. Sinto um frio estranho na espinha ao perceber que não há gritos, não há ordens de defesa e, principalmente, não há o che






