O auditório do hospital estava lotado. Gabriel e Eliza estavam sentados lado a lado. Ao lado deles, um homem de cabelos grisalhos e mãos calejadas: Hans Müller, o enfermeiro que carregou a culpa pelo erro de Gabriel durante anos na Suíça.
Gabriel tomou a palavra. Sua voz não era mais a de um cirurgião arrogante, mas a de um homem que encontrou a paz.
— Por dez anos, eu permiti que um homem inocente pagasse pelo meu medo. Hoje, com o apoio da Dra. Eliza Martins e o auxílio jurídico do Dr. O