Na praça de alimentação, Dom fez questão de conduzir Marvila até uma mesa, afastada do tumulto. Puxou a cadeira para que ela se sentasse e colocou a mão na barriga dela com naturalidade, como se fosse uma forma de cuidar não só dela, mas da bebê também.
— Senta, descansa. Eu trago as coisas. — disse, firme, sem dar espaço para protestos.
Marvila sorriu de leve, envergonhada pela atenção. Enquanto Dom se afastava, Dayenne a observava em silêncio, com os olhos analisando cada detalhe, a postura s