Já passava do meio-dia quando Dom, ainda sem coragem de bater na porta, respirou fundo diante do quarto de hóspedes. Forçou a voz a sair calma:
— Marvila… o almoço está pronto. Fiz churrasco. Venha comer.
Alguns segundos de silêncio se seguiram. Então, a maçaneta girou devagar. Marvila abriu a porta, cabisbaixa, sem encará-lo. Ajustou a sandália nos pés e caminhou atrás dele em direção à área externa.
A mesa estava posta no quintal, sob a sombra da varanda. O cheiro da carne recém-tirada da bra