O clima em casa estava cada vez mais pesado. O silêncio se tornara uma barreira invisível. Marvila, com seu jeito ainda imaturo, não suportava se sentir vigiada e contida. Queria provar que era independente, que podia caminhar com as próprias pernas. Assim que chegaram, ela saltou do carro sozinha, sem o apoio gentil dele.
Ela foi para a cozinha, comer pão com banana e mortadela, Dom foi para os fundos da casa, estava reformando um canteiro. O barulho do martelo abafava seus pensamentos.
Marvil