O amanhecer chegou sem paz.
As ruas ainda estavam úmidas do sereno da madrugada quando Alejandro desceu as escadas com a mesma roupa da noite anterior. Não havia dormido. O rosto carregava olheiras discretas, mas os olhos escuros seguiam atentos, calculistas, prontos.
Natalie o observava da porta da cozinha com Amaya nos braços, e por um segundo, o coração apertou. Porque mesmo ali, de pé, ele parecia um homem em guerra.
— Você precisa descansar — disse ela em voz baixa, se aproximando.