O silêncio que tomou conta da cozinha era tão pesado quanto as palavras que Malu tinha acabado de soltar.
Alejandro olhava fixamente para Natalie, o maxilar travado, as sobrancelhas franzidas em pura desconfiança, enquanto ela desviava o olhar, tentando raciocinar em meio ao turbilhão que acabara de se formar.
Natalie balançou a cabeça, a voz ainda fraca do mal-estar, mas com a teimosia de sempre:
— Isso é impossível. — Disse, firme, cruzando os braços diante do corpo, como se quisesse se