O som da porta se fechando ainda ecoava pela casa quando Alejandro acendeu um cigarro e se encostou na janela do quarto. Estava nu, suado, com marcas das unhas de Natalie cravadas nos ombros — como se o corpo dela ainda insistisse em ficar, mesmo quando a presença já tinha ido embora.
Ela fugiu de novo.
Não como antes, com medo, negando o que sentia. Dessa vez foi diferente. Ela fugiu porque queria manter o controle. Fingir que ainda mandava em si mesma. Mas ele conhecia aquele tipo de ment